Não são poucos os casos de extrema violência noticiados pela grande mídia no ambiente escolar, bastante recorrentes, estes casos têm tomado conta de nosso noticiário e instaurado no seio da família brasileira uma enorme sensação de insegurança, algo que o sociólogo Zygmunt Bauman vai nomear de “medo secundário”, ou seja, uma desagradável sensação de temor que não pode ser evidenciada empiricamente, tendo em vista que a mesma é subjetivada nas nossas experiências cotidianas. Assassinatos, agressões físicas graves, comercio ilegal de drogas, prostituição e tantos outros tipos de condutas inadequadas compõe o escopo desse quadro aterrorizante.
Nesse sentido, a Coordenação Geral do GAPS se reuniu neste último sábado, dia 1º de outubro, para tomar algumas decisões acerca de uma Mesa Redonda que será promovida pela entidade para discutir essa questão dentro da academia, e posteriormente, estenderemos o debate para o interior das escolas juntamente com os alunos e os professores. Não buscaremos elaborar novos métodos coercitivos, mas fomas possiveis de se relacionar com a “violência”, com essa energia que pode ser resinificada e potencializada.


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